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FRASE DO DIA

"ERRAR NÃO É HUMANO. ACERTAR É HUMANO."

QUANDO ERRAMOS DEVEMOS FICAR ATENTO A MENSAGEM QUE DEUS ESTÁ NOS ENVIANDO. ATRAVÉS DO ERRO, ELE ESTÁ CHAMANDO A NOSSA ATENÇÃO, PARA NOS MOSTRAR QUE NÃO SOMOS PERFEITOS.





JR



terça-feira, 12 de maio de 2009

FELICIDADE

Com licença, vou falar de felicidade.

Pode ser nome de rua, de um poema, de uma canção...

De um sonho, de uma conquista, de uma pessoa...

Mas, a felicidade é bem mais do que tudo isso...

Felicidade de verdade rima com encontros...

Com amizades, com sonhos realizados.

Em nosso jeito de ser e de viver, de amar e acreditar...

De lutar e carregar a cruz, no cotidiano da vida...

Não é a ausência de problemas, é a sobriedade de quem pisa sobre a dor.

É a coragem de quem se sente maior do que o medo do fracasso.

É descobrir-se profundamente amado...

Quem descobre em si essa capacidade e essa imensa necessidade,

Descobre o sentido da vida

e o segredo da FELICIDADE!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

ESPERAMOS DEMAIS

Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã.

Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivessemos à nossa disposição um estoque inesgotável de tempo.

Esperamos demais para dizer as palavras de perdão que devem ser ditas, para por de lado os rancores que devem ser expulsos, para expressar gratidão, para dar ânimo, para oferecer consolo.

Esperamos demais para ser generosos, deixando que a demora diminua a alegria de dar espontaneamente.

Esperamos demais para ser pais de nossos filhos pequenos, esquecendo como curto é o tempo em que eles são pequenos, como depressa à vida os faz crescer e ir embora.

Esperamos demais para dar carinho aos nossos pais, irmãos e amigos.
Quem sabe como longo será tarde demais?

Esperamos demais para ler os livros, ouvir as músicas, ver os quadros que estão esperando para alargar nossa mente, enriquecer nosso espírito e expandir nossa alma.

Esperamos demais para enunciar as preces que estão esperando para atravessar nossos lábios, para executar as tarefas que estão esperando para serem cumpridas, para demonstrar o amor que talvez não seja necessário amanhã.

Esperamos demais nos bastidores, quando a vida tem um papel para desempenhar no palco.

Deus também está esperando.

Esperando nós pararmos de esperar.

Esperando nós começarmos a fazer agora tudo aquilo para a qual este dia e esta vida nos foram dados.

Meus amigos: É hora de viver !

HENRI SOBEL

domingo, 3 de maio de 2009

A AGONIA DA ESPERA

Pior do que enfrentar a dor é aguardar por ela, diz a sabedoria popular.
As teorias clássicas defendem que o homem se preocuparia menos com os acontecimentos futuros do que com aqueles prestes a ocorrer.
Como conseqüência, teríamos tendência a dar prioridade às experiências agradáveis e a adiar as que trazem sofrimento.
Por isso leríamos antes as boas notícias dos jornais, conferiríamos os valores das ações preferencialmente com a Bolsa em alta ou evitaríamos a balança depois de uma orgia alimentar.
Analisar perdas e ganhos associados à tomada imediata de uma decisão é um problema simples, enfrentado na rotina diária por todos os animais. No entanto, quando existe um intervalo de tempo entre o desafio apresentado e a solução a ser adotada, a equação se torna bem mais complexa.
Pesquisadores do Departamento de Ciências Comportamentais da Universidade de Emory, na Filadélfia, acabam de publicar uma pesquisa conduzida com a finalidade de estudar esse fenômeno: a influência do tempo de espera na tomada de decisões que trazem prazer ou desconforto; uma versão científica da questão: "É melhor ouvir primeiro a boa ou a má notícia?".
Os autores colocaram 32 participantes diante de um aparelho que indicava a voltagem dos choques que lhes seriam aplicados no dorso dos pés e o intervalo de tempo a ser aguardado entre um choque e outro.
Cada um poderia reduzir ou aumentar o tempo de espera do choque, mas a duração total do experimento permanecia constante.Logo, se alguém escolhesse tomar os primeiros choques com intervalos mais curtos, os últimos teriam intervalos mais longos, obrigatoriamente.
A cada novo choque, eram apresentados pares de voltagem e de tempo de espera: por exemplo, 120% da voltagem aplicada no choque anterior depois de três segundos de espera ou 60% dela depois de 27 segundos.Quando as voltagens sugeridas eram as mesmas, 84% dos participantes escolheram receber o choque o mais depressa possível, mesmo sabendo que nos choques finais do experimento deveriam aguardar mais tempo.
Alguns, no entanto, temiam de tal forma o choque que optaram por tomá-lo numa voltagem até mais alta, contanto que o intervalo fosse abreviado.
A decisão de optar por um desenlace imediato ou de adiá-lo depende de como nos sentimos ao aguardar por ele: quando a espera nos traz sensação de prazer, preferimos deixá-lo para mais tarde; caso contrário, nós nos apressamos em desencadeá-lo, mesmo que seja preciso pagar um preço mais alto.
De acordo com as reações, os participantes foram divididos em dois grupos: os "moderados" e os "extremos". Os moderados (72% do grupo) seriam aqueles que solicitavam a antecipação dos choques com a condição de que a voltagem fosse a prevista; os "extremos" (28% do grupo) optavam por choques mais fortes para reduzir a espera.
Para identificar as áreas cerebrais envolvidas na tensão da espera e na reação ao choque elétrico, os componentes dos dois grupos foram submetidos à ressonância magnética funcional, exame que permite mapear o cérebro à procura dos circuitos de neurônios que entram em atividade ao realizarmos qualquer tarefa ou experimentarmos uma emoção.
A ressonância mostrou que tanto no instante do choque quanto nos momentos que o antecedem entram em atividade os mesmos circuitos de neurônios, integrantes de uma rede de áreas cerebrais conhecida como "matriz da dor". E, mais interessante, que a diferença entre os "moderados" e os "extremos" não estaria numa possível sensibilidade especial aos efeitos do choque, no medo nem na ansiedade, mas na atividade mais intensa dos neurônios nos circuitos da matriz da dor que controlam a atenção.
A atenção dada à futura experiência dolorosa.A ativação intensa desses neurônios já na fase antecipatória desperta nos "extremos" níveis exagerados de atenção ao sofrimento que virá, razão pela qual preferem solicitar a antecipação do choque mesmo que ao preço de uma voltagem mais alta.
Distraí-los durante essa fase diminui a agonia da espera, fato consistente com os resultados das experiências de sugestão hipnótica para reduzir a intensidade da dor.
O trabalho dos pesquisadores da Universidade de Emory documenta pela primeira vez o substrato neurobiológico responsável pelas diferenças nas atitudes individuais ao lidarmos com lucros e perdas, alegrias e frustrações, prazer e dor.
Dr. Drauzio Varella